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Cinco X-Men que mereciam mais destaque nos filmes
por Redação Cinema em Cena

A franquia X-Men já conta com sete filmes e pelo menos mais um já está confirmado pelo estúdio (que também cogita fazer spin-offs de outros personagens, assim como fez com Wolverine). Dezenas de mutantes já apareceram na tela, vários deles apenas em pequenas participações e, na maior parte dos casos, em versões diferentes das HQs. Pensando nos fãs que ficaram insatisfeitos com a abordagem dada a esses personagens, nosso Clube dos Cinco escolheu mutantes que já apareceram nos filmes, mas que mereciam ganhar mais destaque. 

Anjo

Filme em que aparece: X-Men: O Confronto Final (X-Men: The Last Stand, 2006) 

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Para os fãs de quadrinhos, Warren Worthington III era um nome a se temer. Não que o X-Men conhecido como Anjo fosse um famigerado supervilão ou comparsa da Irmandade de Mutantes. Warren era bonito, milionário e tinha uma declarada atração por Jean Grey, a Garota Marvel. Em meados dos anos 60, Ciclope não era o destemido líder do grupo de mutantes do Professor Xavier, mas um magricela de óculos que nunca poderia removê-los sob o risco de machucar as pessoas à sua volta. E por disputar as atenções de Jean com um cara aparentemente mais que perfeito (já que, além de atraente, ele possuía um dos poderes mais desejados por todos os leitores, o dom de voar), podemos dizer que o maior adversário de Scott Summers vestia um uniforme das mesmas cores que o dele.

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Como membro original dos X-Men ao lado também do Fera e Homem de Gelo, dois personagens que ganharam um bom destaque nos filmes da franquia cinematográfica da 20th Century Fox, o Anjo merecia uma participação maior na franquia do que sua breve aparição em X-Men: O Confronto Final. Mas como os recursos do diretor Bryan Singer eram bastante limitados durante a produção do primeiro longa da série, um personagem que precisaria de efeitos visuais todo o tempo que estivesse em cena certamente dificultaria as coisas. (Heitor Valadão)
 

Bishop

Filme em que aparece: X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (X-Men: Days of Future Past, 2014)

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Bishop (ou Bispo, como já foi traduzido nas HQs no Brasil) tem o poder de absorver energia disparada contra ele e direcioná-la através do seu corpo. Foi criado por Whilce Portacio e Jim Lee em 1991 e se tornou um personagem recorrente nos quadrinhos dos mutantes ao longo da década. Nascido em um futuro alternativo, onde trabalhava monitorando outros mutantes, ele é um policial que tinha os X-Men como ídolos e se junta ao time de heróis após viajar no tempo atrás de um criminoso.

Sua trajetória é bastante complexa nos quadrinhos, envolvendo alterações na linha do tempo e em seu próprio papel junto aos X-Men. Sua popularidade o levou a substituir Kitty Pride na adaptação de Dias de um Futuro Esquecido para a série animada de televisão. Já no filme baseado na mesma história, ele e Kitty atuam juntos, algo que o roteirista Simon Kinberg afirma ter feito justamente para homenagear as duas versões anteriores da trama, já que agora é Wolverine quem assume o papel que eles desempenharam.

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Com esse retrospecto de viagens no tempo, não é difícil de acreditar que Bishop poderá ser aproveitado no próximo filme, X-Men: Apocalypse. Em Dias de um Futuro Esquecido, onde é interpretado pelo francês Omar Sy, ele dá uma demonstração convincente de que seus poderes podem ser muito úteis. (Renato Silveira)
 

Colossus

Filmes em que aparece: X-Men 2 (X2, 2003),  X-Men: O Confronto Final (X-Men: The Last Stand, 2006) e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (X-Men: Days of Future Past, 2014)

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Por mais que a formação original dos X-Men criada por Stan Lee e Jack Kirby tenha feito grande sucesso para a Marvel Comics nos anos 60, foi a nova equipe reformulada pelo roteirista Len Wein e o desenhista David Cockrum, em 1975, que introduziu diversos personagens preferidos dos leitores. Entre eles está Piotr Nikolaievitch Rasputin, mais conhecido como Colossus, o gigante russo capaz de transformar sua pele em aço orgânico adquirindo superforça no processo.

Apesar de ser o brutamontes do grupo, Piotr possui a alma de um artista e é um rapaz tímido, assim como sua participação nos filmes dos X-Men. Uma rápida aparição em X-Men 2 deixou os fãs salivando por mais, mas uma participação pequena em X-Men: O Confronto Final foi longe de ser o suficiente. Especialmente porque, como o diretor Brett Ratner teve que substituir Matthew Vaughn menos de um ano antes do lançamento do filme, muito tempo e dinheiro foram poupados com efeitos visuais. Então, ao invés de usar CGI para criar o visual de Colossus, como foi feito por Bryan Singer, Ratner optou por cobrir o ator Daniel Cudmore com uma roupa de borracha que, propositalmente, nunca é filmada de perto.

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O personagem volta em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido com mais tempo de tela, mas, mesmo assim, jamais chega a ser um dos personagens principais. (Heitor Valadão)
 

Jubileu

Filmes em que aparece: X-Men: O Filme (X-Men, 2000), X-Men 2 (X2, 2003) e  X-Men: O Confronto Final (X-Men: The Last Stand, 2006) 

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Por incrível que pareça, a jovem Jubileu (ou Jubilation Lee) está nos três primeiros longas da franquia. No filme de 2000, ela foi interpretada por Katrina Florece e possui uma pequena ponta. Porém, em uma cena deletada, aparece conversando com Vampira e Tempestade na sala de aula.

Já em X-Men 2, Kea Wong vive Jubileu em outras cenas curtas: Tempestade chega a gritar seu nome e ela conversa com o Professor X. Novamente, conhecemos um pouco mais sobre a mutante em uma cena deletada que mostra a garota usando seus poderes em um museu. Na produção seguinte, Wong volta a interpretar a personagem em uma cena rápida dentro de uma sala de aula.

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A Jubileu das histórias em quadrinhos, que consegue descarregar energia plásmica pelas mãos, encontrou os X-Men após se infiltrar na base temporária dos heróis, na Austrália, e logo se tornou parceira e amiga de Wolverine. (Antônio Tinôco)
 

Psylocke

Filme em que aparece: X-Men: O Confronto Final (X-Men: The Last Stand, 2006) 

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Psylocke apareceu apenas uma vez nos filmes da franquia e foi interpretada por Mei Melançon. No longa, a personagem faz parte da Irmandade de Mutantes comandada por Magneto. Ela fala apenas duas frases, é retratada com algumas mechas roxas no cabelo e tem o poder de se teletransportar.

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Nos quadrinhos, suas habilidades são bem diferentes. A mutante, que também atende pelo nome de Betsy Braddock, possui dons como telepatia, telecinese, premonição e materialização psíquica. Quando ela foi sequestrada pelo vilão Mojo, os X-Men a resgataram e Psylocke decidiu ficar no grupo. (Antônio Tinôco)
 

Menção Honrosa

Ciclope e Tempestade

Dois personagens recorrentes na franquia X-Men e com papéis de destaque. Mas quem os conhece nos quadrinhos sabe que foram extremamente mal usados nos filmes.

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Nas HQs, Ciclope (interpretado por James Marsden nos três primeiros filmes e por Tim Pocock em X-Men Origens: Wolverine) é um verdadeiro comandante, liderando os X-Men em batalha, sendo muito mais do que apenas uma ponta do triângulo amoroso com Jean e Wolverine.

E Tempestade (vivida por Halle Berry nos três primeiros filmes e em Dias de um Futuro Esquecido) tem uma interessante história ligada às suas raízes africanas e chegou a liderar os X-Men após o afastamento de Ciclope na “saga da Fênix”. Nos filmes, ela aparece quase como uma obrigação, já que é uma das mais populares personagens dos quadrinhos e não poderia ficar de fora. Não chega a ter um papel determinante nem a usar a totalidade de seus poderes. (Renato Silveira)

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VIVOS
Alive, 1993
Estados Unidos, Canadá
Dir.: Frank Marshall 

Vivos é um bom filme, mas é inevitável sentir que uma produção com um orçamento maior e um elenco um pouco mais eficiente conseguiria gerar excelentes resultados com essa inspiradora história de sobrevivência.

O longa foi dirigido por Frank Marshall (Congo) e roteirizado por John Patrick Shanley (Dúvida) a partir do livro Alive: The Story of the Andes Survivors, de Piers Paul Read. Na trama baseada em um caso real, um avião que levava um time uruguaio de rugby para uma competição amistosa em Santiago, no Chile, em 1972, bateu em uma das montanhas da Cordilheira dos Andes.

Após o acidente, os tripulantes que restaram tiveram que enfrentar o frio intenso, a falta de alimentos e cuidados médicos, e as disputas internas entre eles. O tempo passou e os passageiros foram obrigados a tomar uma decisão extrema para continuarem vivos: comer a carne daqueles que faleceram. Depois de mais de dois meses, 16 das 45 pessoas que estavam no avião foram resgatadas.

Josh Hamilton (J. Edgar), Vincent Spano (O Selvagem da Motocicleta) e um jovem Ethan Hawke (Sociedade dos Poetas Mortos) estrelaram Vivos, que merece ser levado aos cinemas novamente. A direção poderia ficar com Paul Greengrass (Vôo United 93) e o elenco seria composto por Diego Luna (Elysium), Eduardo Noriega (Abra os Olhos) e Rodrigo Santoro (300). (Antônio Tinôco)
 

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LABIRINTO - A MAGIA DO TEMPO

Labyrinth, 1986
Reino Unido, Estados Unidos
Dir.: Jim Henson 

Muita gente lembra de Labirinto como um produto dos anos 80 ou “aquele filme com o David Bowie”. Alguns até podem considerar um sacrilégio que o filme esteja nesta lista, imaginando que é impossível substituir o cantor. Mas aí está o segredo: não substituir Bowie. Deixando o saudosismo de lado, Labirinto é, em seu âmago, uma fantasia de terror escrita por Terry Jones, do Monty Python, que poderia deixar uma nova geração de crianças coladas na poltrona.

É uma pena que o diretor Jim Henson tenha falecido. Mas existe na Nova Zelândia uma empresa de efeitos visuais que talvez desse conta de substituir a Jim Henson Company. Uma empresinha de garagem chamada Weta Workshop, criada por um sujeitinho miúdo e desconhecido chamado Peter Jackson.

Brincadeiras à parte, Jackson seria um excelente produtor para uma bela empreitada de seu corroteirista de O Hobbit, Guillermo del Toro. A imaginação do mexicano para a criação de monstros e criaturas seria imprescindível para um remake de Labirinto. (Heitor Valadão)
 

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A LIGA EXTRAORDINÁRIA

The League of Extraordinary Gentlemen, 2003 
Estados Unidos, Alemanha, República Tcheca, Reino Unido
Dir.: Stephen Norrington

As Aventuras da Liga Extraordinária é uma das várias criações cultuadas de Alan Moore, quadrinhista por trás de outras graphic novels que também viraram filme, como V de Vingança e Do Inferno. Tal como Watchmen, provavelmente o principal título da carreira de Moore, As Aventuras da Liga Extraordinária reúne um improvável grupo de super-heróis. Os personagens são figuras conhecidas da literatura, como Capitão Nemo, Homem Invisível, Dr. Jekyll, e, claro, Allan Quatermain, papel que ficará marcado como o último de Sean Connery, que anunciou aposentadoria alguns anos depois do lançamento da adaptação da HQ.

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Não há planos concretos para um remake, mas uma série de TV foi encomendada no ano passado. Quem sabe? (Renato Silveira)

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O SENHOR DAS MOSCAS
Lord of the Flies, 1990
Estados Unidos
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A obra de Golding foi publicada em 1954 e se tornou um clássico da literatura do pós-guerra. Na trama, um avião que transportava um grupo de crianças inglesas de um colégio interno cai em uma ilha deserta e os passageiros ficam logo sem supervisão de adultos. Assim, eles decidem criar certa organização e elegem ao poder um dos jovens que quer construir abrigos e coletar alimentos. Mas quando é formado outro grupo liderado por um rebelde que deseja apenas se divertir e caçar, conflitos internos começam a ficar frequentes. A história é uma alegoria que pode ser analisada de muitas formas e levanta temas importantes relacionados à religião, à democracia, à violência irracional e à presença do mal em cada um de nós.

Considerando que o elenco de O Senhor das Moscas (1990) era formado por Chris Furrh e Balthazar Getty (Jovens Demais Para Morrer), sua refilmagem poderia ser protagonizada por Ty Simpkins (Sobrenatural: Capítulo 2) e Asa Butterfield (A Invenção de Hugo Cabret). Na direção, Jeff Nichols tem chances de se sair bem, já que ele soube trabalhar com garotos de forma eficaz em Amor Bandido. (Antônio Tinôco)
 

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VIAGEM FANTÁSTICA

Fantastic Voyage, 1966
Estados Unidos
Dir.: Richard Fleischer 

Essa ficção científica de 1966 pede tanto por uma refilmagem que ela já quase foi feita por ninguém menos que James Cameron. Durante anos, o diretor desenvolveu o projeto paralelamente a Avatar, que acabou ganhando sua total atenção. Tudo bem que Viagem já semi-ganhou um remake cômico em 1987 com Viagem Insólita, de Joe Dante, mas este filme completou 25 anos recentemente. Cá entre nós, se a franquia do Homem-Aranha já recomeçou do zero, duas décadas e meia parecem uma eternidade.

Para o trabalho de miniaturizar uma espaçonave e inseri-la no corpo de um moribundo com a intenção de salvá-lo, não precisamos procurar longe. Cameron continua sendo uma excelente opção para o projeto. Mas se ele prefere brincar em Pandora pelos próximos dez anos, talvez ele possa apenas produzir para um diretor como Duncan Jones, de Lunar e Contra o Tempo. (Heitor Valadão)

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